Utilização da Média Quadrática na Análise Qualitativa de Riscos
Neste podcast Ricardo Vargas fala a respeito de análise qualitativa de riscos, compartilhando um modelo de como qualificar melhor os riscos de um projeto usando uma abordagem qualitativa, com resultados numéricos quantitativos através da média quadrática, permitindo uma
abordagem de riscos simples e realmente eficiente.
(Este podcast também está disponível em Inglês. Ouça a versão em Inglês)
2 Comentários
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Meu Caro Amigo Ricardo,
Gostaria de tecer três comentários sobre este podcast:
(1) Probabalilidade e efeito SISO (Shit-In-Shit-Out)- O que adianta mudar a média normal para quadrática se a origem do dado em si seja ruím? O problema é determinar a probabilidade, independente da escala, de um dado evento de risco.
(2) Impacto e como somar banana com laranja? – A questão de fatores a levar em consideração para medir o impacto: a metodologia M_o_R (na qual pretendo me certificar), por exemplo, prescreve de usar 6 dimensões: Escopo, qualidade, Tempo, custo, recursos e benefícios (retorno do projeto). O problema é que em cada projeto e para cada stakeholder tanto o peso tanto a tolerância a estes fatores são diferentes e não há como somá-los para criar um índice composto de impacto.
(3) Sugestão alternativa a média quadrática – Usar a metodologia AHP: (http://en.wikipedia.org/wiki/Analytic_Hierarchy_Process).
Forte abraço,
Farhad
Ei Farhad
Valeu demais pelo comentário. Na verdade o objetivo é simplificar o processo. O uso de MOR é exatamente o proposto, porem com algumas simplificações.
Indiscutivelmente o Analytical Hierarchy Process é um processo mais do que excelente para qualquer tipo de priorização, não só priorização de riscos. Eu gravei um podcast sobre esse assunto e a wikipedia tem um conceito excelente http://en.wikipedia.org/wiki/Analytic_Hierarchy_Process. Inclusive eu utilizo ele demais para escolher estratégias para a construção do escopo do projeto. Aproveito para sugerir um contato com meu grande amigo Roberto Camanho da Tipec (rcamanho@tipec.com.br). Ele é “o cara” do AHP no país.
Agora, foi ótimo o seu comentário para que eu reforce que não tive nenhum interesse em comparar métodos, mas simplesmente sugerir mais uma ferramenta no canivete suiço do gerente de projetos para que ele possa realmente fazer a diferença nos seus projetos.
Grande abraço para vc. Super obrigado!