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6 Comentários

Neste podcast, Ricardo fala da escolha de produzir internamente um trabalho ou serviço ou comprar através de um fornecedor. Ele fala de 5 itens que são importantes na hora de tomar a decisão. Ricardo explica também que não se deve verificar somente os custos de fazer ou comprar, mas sim, considerar outros critérios importantes na decisão.

 
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(Este podcast também está disponível em Inglês. Ouça a versão em Inglês)

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  1. Marcus Augusto disse:

    Ricardo, bom dia !

    Gostei muito dese podcast, pois vem de encontro com um trabalho que estamos realizando aqui na Vale onde desenhamos nossa Cadeia de Valor de Gestão de Contratos e um dos subprocessos desta cadeia é exatamente a Análise de Make or Buy. É interessante, pois realmente o fator financeiro, apesar de fundamental, não é o único levado em contata para tomarmos essa decisão. Dentre os vários fatores que você citou, acrescento ainda o fator “produtividade”, pois numa primeira análise, onde decide-se comprar, por exemplo, é importante levar em consideração se o time que fará este trabalho terá uma produtividade semelhante ao que fazia antes, juntamente com os diversos fatores que levaram a essa tomada de decisão. É claro que vários fatores são analisados, em nosso caso, por exemplo, temos alguns templates para facilitar a análise econômica, financeira, mas que ao final, há um parecer estratagégico para essa tomada de decisão. A meu ver, nosso grande desafio é institucionalizar este processo para que seja adotado de forma mais natural, e acrescento mais: Isso deve ser feito antes de iniciarmos nossos projetos, mas também ao longo do projeto, pois durante o mesmo, pode ter havido uma mudança de cenário e uma mudança de estratégia de atuação pode ser fundamental para o sucesso do mesmo.

    Parabéns pelo trabalho !

    Grande abraço !

    Marcus Augusto, PMP

  2. Andrea Cristina dos Santos disse:

    Diferença entre Terceirização e Outsourcing. Neste podcast esta se tratando de outsourcing e não de terceirização. A importância de saber diferenciar pode ser um diferencial no estabelecimento de contratos com fornecedores e menores incomodações com o Ministério de Trabalho e Emprego.
    Segundo Silvio Pires em seu livro Gestão da Cadeia de Suprimentos, pg. 183, “a prática de repasse para fornecedores começou a se propagar principalmente no início dos anos de 1980 e começou a se propagar pelas áreas de suporte ou periféricas, como segurança patrimonial, transporte, as refeições de funcionários etc. Logo se estendeu para outras áreas, como processamento de dados e informática no geral. Em alguns setores industriais, nessa época também já ocorriam casos de repasses de produção de componentes de baixo valor agregado e de tecnologia simples, geralmente para resolver problemas de excesso de carga de trabalho. No exterior essa prática ficou conhecida coo subcontrating (subcontratação) e no Brasil logo foi rotulada de terceirização. É importante ressaltar que a prática de terceirização existente até os dias atuais, tem caráter eminentemente operacional e restrito, não envolvendo processos de parcerias estratégicas, é apenas um negócio conduzido dentro de uma cultura de compras baseada em relação não colaborativa com fornecedores”. Principalmente os exemplos colocados no postcast se referem ao Outsourcing.

  3. Sylvio Mauro de Castro disse:

    Bom dia Ricardo!

    Fazer ou comprar é de fato uma das decisões que merece das empresas especial atenção. Parece claro e óbvio isso; Acontece, que nem sempre é assim que é tratada essa questão internamente por grande parte da alta gerência de muitas empresas. Um dos requisitos mencionados em seu podcast é a necessidade de expertise. O que se sabe e é visto na prática do dia-a-dia das atividades empresariais é que adquirir expertise é uma das experiências mais complexas e demoradas que existe e que demanda paciência, dedicação, pessoal qualificado e estratégias para definir quem, quando, como, em que, em que nível e onde obter a expertise desejada. PODE-SE DIZER QUE EXPERTISE É A CEREJA DO BOLO; É O TOQUE DE MIDAS; É O DETALHE QUE CAUSA IMPACTO. Muitas empresas pecam por achar que se pode fazer tudo sozinha acreditando apenas na economia financeira momentânea que fazem. Trata-se de um ledo engano. Expertise, além de caro, é complexa, estratégica, demorada de se obter e deve ser específica, isto é, em uma ou duas coisas apenas. Ninguém, nem mesmo os mais aficcionados e bem dotados conseguem ser bom em tudo que fazem, principalmente as empresas nos tempos atuais, que são adeptas aos processos de turnover de funcionários em alta escala impedindo que esses venham a adquirir maior conhecimento de suas atividades . Daí, a necessidade de terceirizar tarefas nas quais não se tem expertise pode ser mais inteligente e economica do que qualquer tentativa de fazer sozinho em nome de uma pseuda economia. Isso significa estar atento às forças competitivas do mercado, demonstradas por Michel Porter (1991). Manter o foco no corebusiness (negócio principal da empresa) é garantir a qualidade no atendimento ao cliente e maior produtividade com melhor relação custo/benefício.

    Obrigado e parabéns pelo seu bom trabalho!

  4. FRANCISCO TAVARES disse:

    COMPRAR OU FAZER – AQUISIÇAO

    DISPONIBILIDADE DE FORNECIMENTO – EXISTE FORNECEDOR?
    EXPERTISE CLIENTE E FORNECEDOR – SE CLIENTE EU FAÇO, SE FORNECEDOR EU COMPRO.
    CUSTO – QUAL É MAIS BARATO?
    CRITICIDADE ESTRATEGICA – O FATOR ESTRATEGICO É O QUE O PRODUTO REPRESENTA NO PROJETO.

    NAO É UMA DECISAO EXCLUSIVAMENTE FINANCEIRA.

  5. Dino Draghi disse:

    Otimo podcast.

    Um ponto importante que levo em conta tambem, e a questão do esforço necessario para execução da demanda. O que não só pode refletir nos pontos tratados como custo e expertise, mas tambem no prazo esperado para executar a tarefa proposta.

    Muito Obrigado!.

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