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7 Comments

In this podcast, Ricardo reflects on the profession of project management and talks about three links that the project manager needs to build during his career to make the profession worthwhile for him to society and to the company. He comments that the project manager needs to prepare like any other profession and that the path to becoming a great project manager is not simple.

 
[7:09m] Download

(This podcast is also avaiable in Brazilian Portuguese. Listen to the Portuguese version)

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  1. Wellerson Guimarães says:

    Ricardo, realmente esse podcast serve de reflexão tanto para quem já é profissional da área quanto para aqueles que pretendem como eu ser algum dia. A conclusão que podemos tirar é que, oque faz valer a pena não é a profissão escolhida e sim o próprio profissional.

    Sds,
    Wellerson

  2. Farhad Abdollahyan says:

    Caro Ricardo,

    Eu vejo que chamamos um papel, função ou cargo como sendo uma profissão. Gerenciar projeto não é uma profissão!

    Gerenciar projeto é uma competência complementar e adicional à profissão para o qual se preparou. Você, Ricardo, é engenheiro químico e eu sou administrador. Fizemos qualificações e certificações adicionais para desempenhar a função ou papel de GP de maneira profissional. Isto não muda a nossa profissão para GP, apenas nos prepara melhor para desempenhar a função.

    Pode ser considerado como uma ocupação full-time para um grupo de pessoas que foi preparado ou não para desempenhar a função de GP, mas também depende muito da organização na qual se trabalha. Muitas empresas não reconhecem esta atividade como cargo ou função, só papel, em outras palavras, uma atribuição adicional ao que está no “job description” da pessoa.

    Você “está” gerente de projeto e não “é” gerente de projeto.

    O problema que eu vejo é que glamourizamos esta atribuição e criamos um mito de profissão!

    • Ei Farhad.

      Realmente esse é um ponto muito interessante mesmo. Gastei dias e dias no PMI discutindo isso. Nossa conclusão foi que GP é uma função mas também uma profissão.

      Um advogado pode usar o GP, um designer tb pode usar… É como um canivete suiço.

      Por outro lado em projetos maiores onde a complexidade e o nível de investimento é relevante, torna-se necessário a contratação e utilização de especialistas em gerenciamento de projetos para tal. Nesse caso o gerenciamento de projetos se torna profissão.

      É igual fazer ginástica. Para a maioria é função… Já para a Daiane dos Santos é profissão :)

      Grande abraço. Seus comentários são sensacionais. Feliz Páscoa.

  3. Jonas Vianna says:

    Ricardo Vargas,
    Boa tarde,

    Muito interessante esse seu último podcast, caiu como uma luva para os meus conflitos, mediante tamanhos desafios, pois os pensamentos como os citados por você, creio eu que em algum momento permeam os demais profissionais do mundo a fora. Contudo não compartilhados, talvez criando fantasmas em nossas mentes, sobre situações que somente existam em nosso subconsciente.

    O Elo (aprendizagem constante, busca de alianças e qualidade de percebida pelo cliente) é uma tríade que poucos conseguem adquirir; o grande filósofo Aristóteles já discorria sobre o dominador e o dominado (http://revistapandora.sites.uol.com.br/aristoteles/jorge_escravidao.htm).

    O conhecimento, a habilidade e a aptidão, é um conjunto que reune as qualidades para quem deseja ser um gerente de projetos, está intrínseco entre essas, a experiência e a idoneidade de cada um, portanto após ouvir esse podcast, creio que muitos gerentes projetos nesse momento estejam se reavaliando, talvez menos conturbados ou não.

    Jonas Vianna
    Gerente de Projetos

  4. Eriko Brito says:

    Segue meu singelo depoimento.

    Atuo em projetos desde 2001, sempre assumindo a responsabilidade, coordenação ou gerência (o papel/função ou cargo sempre variou de acordo com a empresa) do empreendimento. Ao término do projeto, sempre retomava às minhas atribuições técnicas de analista de sistemas.

    Em 2006 obtive minha certificação PMP e algo mudou. Percebi que o mercado passou a me observar com outros olhos e uma infinidade de oportunidades foram surgindo.

    Na minha última recolocação tive o privilégio de elaborar a descrição do cargo que ocupo. Trabalho em uma instituição financeira e tenho como responsabilidades coordenar a elaboração dos projetos (TODOS OS PROJETOS) das diversas Áreas e Setores, acompanhar e controlar a execução destes, garantindo alinhamento ao planejamento estratégico e cumprimento dos prazos estabelecidos.

    Me sinto muito seguro em afirmar, hoje sou artesão e minha profissão é gerenciamento de projetos, análise de sistemas tornou-se um background importante.

  5. Roberto Heinzen, PMP says:

    Ricardo,

    excelente seu comentário, gostaria de incluir um 4o ‘Elo’ que seria a questão ‘autoridade’, principalmente quando se é terceirizado e não um ‘profissional de carreira’ da empresa.
    É fundamental ao gerente de projeto, neste caso um desconhecido que chegou na empresa para gerenciar um projeto, para gerenciar um time, conseguir esta autoridade, tendo em vista ser um trabalho temporário e sem a tão tradicional hierárquia funcional/tradicional. O GP alcançando, em custo espaço de tempo, esta autoridade real, torna tudo mais fácil, tudo muito mais prazeroso e, principalmente, valioso. Tudo alcansado na via do comprometimento que se alcança.

  6. FRANCISCO TAVARES says:

    Elos da corrente ser Gerente de Projetos
    Espectativa: é preciso passar por um caminho de desbravamento;
    A funçao é util na empresa: cultura da empresa
    Stress dos projetos: é uma realidade no mercado de trabalho;

    CONSTRUIR ESTES ELOS

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