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9 Comments

In this podcast, Ricardo talks about how appropriate the amounts allocated to the project management activities in the project. He explains that there is no an international standard to define the values, but there are good practices. Ricardo also explains that the percentage for the costs of project management is variable in relation to the total project cost, will be less on projects that cost more and more expensive in lower-cost projects.

 
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(This podcast is also avaiable in Brazilian Portuguese. Listen to the Portuguese version)

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  1. Farhad Abdollahyan says:

    Caro Ricardo,

    Gostei muito deste PODCAST. Posso discordar de 0,5% a 2% (eu situaria a faixa superior para 4% projetos médios e até 10% para projetos pequenos), mas como você mesmo disse é um valor aproximado e não há regras.

    O PRINCE2 tem uma técnica que se chama Product-based Planning (conceito parecido com EAP) só que contém somente produtos técnicos do negócio (escopo que será entregue ao cliente) e não produtos gerenciais (meios de realizar o projeto como GP). Portanto, o que você sugere, isto é, ter duas EAPs é contemplado pela metodologia britânica.

    De fato BPS (Product Breakdown Structure) e PFD (Product Flow Diagram) correspondente têm somente entregas técnicas.

  2. Olá Ricardo,

    Como sempre, vc traz importantes temas para seus podcasts. Felizes de nós
    que podemos ouvi-los.

    Nesse podcast especificamente, vc toca numa questão que gera muita
    discussão. E, na minha opinião, uma das principais causas de muitas dessas
    discussões é a falta de uma definição clara do que devemos entender por
    gerenciamento de projetos, administração de projetos, gerenciamento de
    empreendimentos, planejamento, controle, planejamento e controle, execução,
    etc. No próprio podcast vc utiliza em vários momentos diversas dessas
    expressões e, por conta disso, acredito que no final das contas as dúvidas
    permanecem.

    Enfim, sem essas definições (mesmo que por convenção para uso num contexto
    específico) é praticamente impossível avaliar se 0,5%, 1% ou 2% são
    parâmetros razoáveis. Afinal, a aplicação de parâmetros assim genéricos
    depende de garantir uma certa similaridade do escopo do trabalho
    considerado. É importante observar que embora sejam porcentagens pequenas,
    entre elas damos passos de 100%. Ou seja, estamos falando de um custo X, ou
    2X ou 4X, que teoricamente deveriam corresponder a um escopo Y, 2Y ou 4 Y.

    Eu já cheguei a cogitar custo de até 20% para o gerenciamento do projeto. É
    claro que isso depende do que se queira entender por gerenciamento de
    projetos no contexto de um projeto. Isso pode inviabilizar o projeto e menos
    que isso pode inviabilizar a gestão dele. Talvez seja por isso que em muitos
    casos não apliquemos o GP da forma como gostaríamos. O fato é que balizar em
    0,5% me parece tão irreal quanto 20% na maioria dos casos.

    Questões que vc coloca no seu podcast como “confundir gerenciamento de
    projetos com administração de empreendimentos”, “custos de planejamento e
    custos de execução”, etc. dão margem a interpretações bastante diferentes.
    Na maior parte das vezes, inclusive, tais expressões em vez de subsidiar o
    entendimento, subsidiam mais as dúvidas com relação ao assunto.

    Assim, sugiro aqui para a lista aproveitarmos a oportunidade pra alinhar o
    que está ou não incluído de fato nos tais 0,5% ou 1% ou 2%. Pois, afinal,
    acredito que tais números são aplicáveis a muito poucos projetos na
    realidade, se considerarmos o universo de projetos existentes nas nossas
    organizações, partindo do princípio de que a grande maioria delas é de
    pequeno porte. Ou seja, se temos 1 milhão de projetos em execução
    atualmente, talvez uns 100 mil possam praticar essa porcentagem e outros 100
    mil talvez precisem praticar 20% de custo de gerenciamento. Os 800 mil que
    estão no meio do caminho entre os dois extremos continuam sem parâmetro.

    Acho que em cada parágrafo aí pra cima eu cutuquei um ponto pra discussão.
    Agora é agüentar as críticas…rs…

    Abraços

    Renê G. Ruggeri

    • Rene

      Excelente comentário. Eu queria fazer algumas ponderações rápidas.

      O podcast é gravado sem script. Eu pego, aperto rec e “seja o que Deus quiser”. Essa é a caracteristica do podcast. Ser informal e proporcionar a discussão. Em alguns casos ele clareia tudo… Em outros ele é polêmico mesmo.

      Quando eu falo em 0,5 a 2% eu valo mais especificamente do custo de um PMO.

      Vamos ir ao exemplo. Suponha que vc tenha um projeto qualquer que tenha um investimento de por exemplo 5 milhões de dólares.

      O que eu tenho dizer no podcast é que o custo do PMO desse projeto que irá organizar cronogramas, planejar riscos, realizar as atividades de comunicações, garantir a qualidade, etc (bem pmbok mesmo) deve custar entre 50 e 100k. Imagina que ele tenha 1 ou 2 pessoas, sala de reunião etc, blz? é isso que está incluído na minha visão.

      Observe que custo do PMO não é o PREÇO COBRADO POR EMPRESAS PARA REALIZAR TRABALHOS TERCEIRIZADOS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS.

      Por exemplo uma empresa que administra obras de construção cobra em média 10% do valor do empreendimento como taxa de administração. Essa taxa inclui a gestão do projeto mas também inclui a remuneração da empresa, lucro e outras atividades. Quando eu falo de 1% eu falo do custo de gestão mesmo.

      Claro que um projeto de infra de 5 milhões é pequeno… Imagine 5 bilhões… Ou 30 bilhões como a Copa/Olimpiadas… Estamos falando em 300 milhões. É uma grana enorme.

      Lógico que se vc tiver um projeto de TI de 100 mil reais. O custo nunca será 1000 reais. Por isso que em projetos menores a estrutura de gestão de projetos tem que ser simples senão não justifica pelo valor investido.

      nao sei se confundi ou ajudei… mas está aí minha opinião.

      Abs.

  3. Renê, Ricardo e demais e-planamigos,

    Um estimativa a grosso modo do custo do gerenciamento de projeto para dar assim um % genérico, obviamente incorrerá em imprecisões quanto mais aos extremos de valores de projetos nós chegarmos. Um número médio nunca servirá para avaliar o custo do projeto “Festa de 15 anos” e nem o “Copa no Brasil em 2014″.

    Um das coisas que nós podemos imaginar é que a relação dos custo de gerenciamento varia em relação ao custo do projeto de forma aproximada onde y=1/x, sendo x o custo do projeto. Quanto maior ou meno o projeto, mais difícil de se estimar o %. O difícil (e a arte) seria regular cada uma destas curvas para cada tipo de indústria ou natureza de projeto como construção de unidades residenciais unifamiliares, instalação de rede local para uma empresa média, etc.

    Imagine regular uma família de curvas dessas dizendo que se X=100 milhões, então Y=1 milhão.

    Mesmo sendo custo do PMO ou da gerência do projeto.
    O que podemos fazer a médio-longo prazo?
    Instituir já mecanismos de controle de custos que diferenciem o que é custo de gerenciamento do projeto dentro dos custos do projeto. Acreditem, nem todos fazem isso. Talvez uma minoria faça, visto a natureza matricial do ambiente de formação das equipes de gerenciamento de projeto. Talvez as empresas projetizadas tenham dados mais precisos.
    De posse de históricos podemos regular estas famílias de curvas.

    Uma outra forma de aproximação é caso a caso, imaginar uma rápida decomposição da EAP, uma rápida estimativa do custo total, uma rápida estimativa da equipe de gerenciamento e daí um %. É difícil? Os mestres de obra e os “pedreiros” fazem isso o tempo todo para fazer aquela obrinha na sua casa. O nível de precisão é sofrível, como voce bem sabe, mas é uma forma ainda melhor do que nada.

    O que podemos fazer no curto prazo?
    Pesquisar. Pois esta é uma questão que sem dúvida já vei à tona em centenas de casos mundo afora. devem existir alguns dados públicos.

    Em livros de fichas de composição e estimativas de custo de obras civis, eu tenho certeza que tem!

    Grande abraço,

    Luiz Augusto P. Silva – LAPIS

  4. Douglas says:

    Ricardo,
    Excelente site e trabalho seu em compartilhar conhecimento.
    Que tal faz alguns pod’s com caracteristicas de Be-a-ba. Ex. Pod cast util pra quem da começando, ou trabalha com Projetos em menor profundidade, para pessoas “mortais” que construindo uma casa por exemplo.
    o que achas?

  5. Adauto Junior says:

    Quero agradecer ao Ricardo e amigos que tem compartilhado a difusão do conhecimento de forma gratuita e simples. Tenho aprendido muito com vocês!

    Um grande Abraço

  6. FRANCISCO TAVARES says:

    Boa sacada:
    “quando um projeto dá errado nao é pelo 0,5, 1,0 ou 2,0% do custo do PMO”

    – É uma funçao da complexidade do projeto: local, comunicaçao.
    - O portifolio do PMO, quais os projetos que estao no seu portifolio ou programa.
    - Criar em paralelo a EAP executiva do projeto a EAP das atividades de gestao propriamente dita.

  7. Leandro Mota says:

    Ricardo, parabéns pelos post´s.
    Seu site, livros e podcast´s, de forma bastante didática, são de grande valia para os profissionais que estão iniciando a carreira no gerenciamento de projetos, que é meu caso.

    Este podcast, em questão, me gerou uma dúvida. Trabalho numa empresa de engenharia, na parte de planejamento e gerenciamento de projetos e obras. Fomos contratados para gerir um contrato de retrofit de um shopping, aqui na capital federal. Até o momento, percebi que os custos de gerenciamento estão entre 12% do total de desembolsos . Porém, presumo que este valor deve ficar entre 8 e 9% no final da obra. Isso seria um fator bom ou ruim?

    Se levarmos em consideração que o gerenciamento de obras (não digo o PMO) por empresa contratada, é em torno de 10% do valor total do projeto, então estamos com uma boa margem.
    Porém, se começarmos a gastar demais, tivermos muitas alterações de escopo, esse percentual se reduzirá e, não poderemos afirmar que o percentual gasto em gerenciamento (suponhamos que 5%) foi de grande valia, já que os gastos finais planejados foram ultrapassados.

    Estou certo? Como mensurar o percentual do gerenciamento, com custo e satisfação do cliente?

    Obrigado.

    Att; Leandro Mota

  8. VALTEVAN SOUZA DO CARMO says:

    Neste podcast, tive uma dúvida. Trabalho em uma empresa de sistema para controle de água potável fico na parte comercial e Engenharia Fui contratado para gerir uma coordenação no Nordeste um contrato de Mas Até o momento, percebi que os custos de gerenciamento estão , acima de 15% do total de desembolsos . Porém, eu acho que este valor deve ficar entre 18 e 19% Isso seria um fator bom ou ruim?
    Agora eu entendo que se estas vendas feitas aqui no Nordeste, uma vez que nada estava sendo vendida ou seja comercializada e no meu entender a empresa era desconhecida e passando a ser conhecida mesmo com estes custos , que para algumas pessoas seria alta , mas do ponto de vista crítico e comercial ,, creio que estes custos serão dissolvidos graduamente

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